Dúvidas?

Não. Somente particular.

A Clínica de Psiquiatria e Psicoterapia Dr. Hélio Borges baseia-se no antigo aforisma em medicina "cuidar dos doentes e não das doenças". Para isto é necessário tempo e cuidado personalizado não sendo a utilização de convênios possível.

As medicações psiquiátricas (ou a estimulação transcraniana) são capazes de resolver todos os problemas de ordem do comportamento ou dos problemas mentais?

Não somente as medicações atendem às necessidades terapêuticas, em muitos casos a associação com psicoterapia realizada pelo próprio psiquiatra ou por um profissional de psicologia por ele indicado é fundamental para o sucesso terapêutico.

O correto é ser avaliado primeiro pelo psiquiatra. Assim é possível diagnosticar estados orgânicos primários e se for o caso, ser encaminhado ao profissional de psicologia com habilidade reconhecida para lidar com o caso.

- Medicamentos psiquiátricos "resolvem problemas" ou apenas "disfarçam a realidade"?
- Remédios psiquiátricos viciam?
- Remédios psiquiátricos dopam?
- Os medicamentos perdem o efeito com o tempo?

 Referencio para estas repostas o excelente site PsiqWeb de Ballone GJ (Perguntas mais freqüentes sobre Medicamentos) disponível em http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=330

 

A hipnose clínica tem grande serventia nos casos de transtornos fóbicos e ansiosos, transtornos psicomossomáticos, comportamento compulsivos e como instrumento auxiliar no aprofundamento de uma psicoterapia.

Isto é muito variável, pois depende de cada contexto de vida, da necessidade e dos objetivos que cada um tem ao buscar tal tratamento.

Uma psicoterapia exitosa deve idealmente ser um momento da vida de alguém, um marco na transformação de um indivíduo em um dado período de sua linha temporal. Jamais acompanhar um indivíduo por toda sua existência.

Cada técnica de psicoterapia tem seus objetivos e enquadramento. No caso da Gestalterapia, o objetivo é a ampliação progressiva da consciência com conseqüente resolução de conflitos e impasses, integração da personalidade e liberação da energia psíquica contida pelos mecanismos neuróticos e conflitivos. Por ter uma visão voltada ao todo, não só o conteúdo do discurso, como sua forma de apresentação e expressão não verbal são valorizados. A fim de que esta expansão da auto-compreensão seja obtida.

No caso de terapia cognitiva-comportamental, a idéia fundamental é direcionar o indivíduo e revisar seus padrões disfuncionais de pensamento e seus modelos incongruentes de mundo, tornando-o dono (e não escravo) de seus processo mentais.

Tanto a intervenção verbal quanto o uso de técnicas diversas são empregadas, sendo em última análise a interação com o terapeuta sua maior ferramenta.

Todo aquele que estiver disposto a se submeter ao processo de auto conhecimento e desenvolvimento interior, desde que não esteja seriamente comprometido por afecção mental ou organomental que comprometa sua capacidade crítica e julgamento.

A contra indicação para dirigir veículos ou operar máquinas diversas quando em uso de medicamentos psiquiátricos é relativa. Irá depender do tempo de uso e adaptação do indivíduo a prescrição utilizada. Isto deve ser avaliado ao longo do tratamento, levando em consideração a normalidade motora, a preservação dos reflexos e da atenção.

Em vias de regra, em todo início de tratamento ou mudança substancial da prescrição, deve o paciente evitar a direção por alguns dias a fim de que esteja afastada qualquer possibilidade de sedação excessiva imprevista por excessiva sensibilidade pessoal à dose/medicamento iniciado.

Em caso de atestado de incapacidade emitido pelo médico, este por si só, é suficiente para afastamento prolongado amparado pelos órgãos previdenciários?

Absolutamente não. O médico assistente (aquele que acompanha o caso) quando julgar conveniente para o êxito da terapêutica emite seu parecer sobre o diagnóstico, estado atual e eventualmente prognóstico de um caso. Cabe, no entanto, à Perícia Médica, o enquadramento da afecção apresentada às normas técnicas que definem as situações de incapacidade temporária ou definitiva.

- Quando se indica o tratamento e/ou medicamentoso em questões emocionais ?
- Quanto tempo pode durar o tratamento psiquiátrico?
- Grávidas podem fazer tratamento psiquiátrico?
- Idosos devem submeter-se à tratamento psiquiátrico?

Referencio para estas repostas o excelente site PsiqWeb de Ballone GJ (Perguntas mais freqüentes sobre Medicamentos) disponível em http://virtualpsy.locaweb.com.br

A participação da família, filhos ou conjugue em um tratamento é sempre bem vinda e indicada. Não só por fornecer maior material sobre o paciente em avaliação, quanto poder esta contribuir efetivamente para o êxito do tratamento. Devemos, no entanto ressaltar dois aspectos: 

a. Que seja eleito uma ou duas pessoas no máximo para o acompanhamento e interlocução com o profissional. Famílias numerosas, muitas vezes mostram-se dicotomizadas em idéias e condutas, havendo ingerência negativa das partes conflitantes sobre a normalidade do tratamento, sobre o paciente e no entendimento com o profissional.

b. Por razões de preservação da confidencialidade e da ética, apenas aos representantes previamente eleitos para o acompanhamento do caso, serão prestadas informações dentro do âmbito de autorização do paciente. Salvo em casos onde há riscos para o paciente ou terceiros conforme previsto no código de conduta profissional.

Sendo eu, familiar, amigo, vizinho, colega de trabalho do paciente ou outrem, pode entrar em contato para falar deste ou solicitar informações sobre o tratamento?

A preservação da confidencialidade faz parte do código de conduta médico desde os tempos hipocráticos. Esta condição se verifica ainda mais intensamente em psiquiatria.

Somente com autorização expressa do paciente, salvo se este não gozar temporária ou definitivamente de sua sanidade (nos casos de psicoses) serão atendidos tais solicitações de contato.

Estimulação magnética, o nome mesmo já diz. Nada tem a ver com choque. É um novo horizonte em que se abriu no tratamento dos problemas psquiátricos. Consulte a seção específica neste site para saber mais.

Em via de regra, a associação de qualquer substância psicoativa, como álcool, drogas ilícitas, remédios para emagrecer, com medicação psiquiátrica é contra-indicada.

No caso específico do álcool, a associação deste com os chamados ansiolíticos (medicações tarja preta) é totalmente inadequados, pois o efeito combinado destas substâncias sobre o sistema nervoso central pode resultar em confusão mental, agitação psicomotora torpor e coma.

Outras medicações como antidepressivos, por exemplo, devem ser discutidos caso a caso com seu médico.

A medicina, como lida com pessoas, está exposta à imprevisibilidade. É comum que ocorram pequenos atrasos, raramente extensos. Comparecer no horário e dia agendados pela secretária (nem antes, nem depois) é um compromisso fundamental para o correto andamento da agenda e um auxílio importante no correto acompanhamento de seu próprio caso. Havendo alguma ocorrência imprevista que incorra num remanejamento de horário ou desmarcação, da mesma forma que o consultório faz, deve o paciente entrar em contato com a secretária para solução do caso.

Lembremos que a confiança na relação médico-paciente não é unilateral. Da mesma forma que o paciente deve confiar em seu médico e equipe, a recíproca é verdadeira e igualmente essencial.

A psiquiatria é uma especialidade médica. O psiquiatra, portanto, é antes de tudo um médico habilitado a diagnosticar condições clínicas e prescrever medicações. A medicina é uma profissão milenar e seu modelo de atuação é baseado nos preceitos hipocráticos de conduta norteada pelo conhecimento científico da modernidade.

A psicologia nasceu das ciências humanas, notadamente a filosofia. É uma profissão mais jovem e que vem se afirmando na prática clínica nas últimas décadas quando o psicólogo começou a atuar terapeuticamente em conflito intrapsiquícos ou interpessoais.

Psicoterapeuta é um nome genérico dado àquele que se dedica à prática da psicoterapia. Podendo ser médico ou psicólogo, desde que tenha feito formação adequada para tal, nas diversas correntes existentes (Psicanálise, Gestalterapia, Psicoterapia Cognitiva-Comportamental, etc.).

O funcionamento psíquico infantil difere em muito do adulto. Neste, as apresentações das patologias psiquiátricas e prognósticos possuem características bem específicas e muitas vezes bem diversas dos quadros psiquiátricos no adulto. Psiquiatria infantil é uma sub-especalização da psiquiatria, requer dedicação exclusiva e estudo voltado a esta faixa estaria. Meu trabalho é voltado ao final da adolescência, à idade adulta e à 3ª idade.

Foge ao princípio bom senso e da prática médica, dar consultas ou opinar no tratamento de alguém à distância, ou seja, sem que o médico avalie pessoalmente o paciente e seu contexto. No entanto, após uma primeira consulta presencial, alguma orientação em texto pode ser utilizada.

A psicoterapia via vídeo é uma tendência crescente e pode se realizada eventualmente.

Se você é de Maringá ou região, o e-mail da secretaria do consultório é encontrável na seção "contato" deste site e está à sua disposição para agendamento.

Se você é de outra localidade e necessita encontrar um profissional abalizado, procure no católogo de psiquiatras do site da Associação Brasileira de Psiquiatra (https://www.abp.org.br/lista-de-psiquiatras).

Nunca um tratamento é cura para tudo e nem resolve a totalidade dos pacientes. Mas sem dúvida, ela é revolucionária e bastante útil a prática clínica.

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